Segundo dia. 17.01.2023



Saímos do hotel Barichello às 6:40h da manhã, depois de um bom cafe. O pessoal do hotel foi cordial e anteciparam o horário do café em meia hora, a nosso pedido. O dia estava lindo.  Logo na saída a gente teve que dar uma parada para arrumar a sacolas que soltaram. A temperatura estava agradável logo cedo, porém olhando pro céu,  prometia alcançar 37 graus. A nossa meta era rodar 520 km, até Itati/Argentina.  Seguimos rumo a São Borja, onde atravessamos a ponte internacional, que divide Brasil/Argentina. Pedágio da moto 22 reais. Entramos na Argentina sem muito problema. O tempo de espera na aduana foi de meia hora.  Poucas filas, porém o calor já estava forte. Trocamos reais por peso argentino, com um grupo de motociclistas que retornavam ao Brasil. 65 pesos por real. Bom câmbio. Gasolina na Argentina, em torno de 3,00 reais. Por aqui é raro encontrar restaurantes nas beiras de estrada  por isso nosso almoço foi pastel com água num posto de gasolina.   O calor às 11 horas estava sufocante. As estradas estão em ótimo estado com retas intermináveis. Não havia policiamento nas rodovias, talvez por causa do calor kkkkkkk. Alguns postos não tinham combustível. O Clerio cansou e pediu pra descansar na sombra dos eucaliptos, na beira da estrada, mas era difícil, com as roupas e botas. Resolvemos seguir adiante e procurar um posto com ar condicionado. Onde encontramos irmãos da estrada Bodes do asfalto. Por volta das 15 horas, chegamos no hotel em Itati. Temperatura de 38 graus a sombra. A  cidade fica às margens do rio Paraná, na divisa com o Paraguai, e tem muitos hotéis e pensões. Pensa numa cidade abafada e úmida. Um verdadeiro forno. Amanhã a aventura continua.













































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